"In your brown eyes

I walked away

In your brown eyes

I couldn't stay"

Quarta-feira, 8 de Setembro de 2010

Only By The Night

Hey!

Eu sei que agora parece que só postamos de mês a mês mas, acreditem ou não, não escrevemos nada desde o principio das férias e estamos a pouco e pouco a ficar sem capitulos ><

Portanto peço desculpa e gostava que tivessem paciência :$

Bjo. <3

 

 

14º Capitulo

 

 

A música terminou, só aí, Kim abriu os olhos e observou Tom e Georg afinarem as guitarras, enquanto Bill e Gustav bebiam os refrigerantes. O de crista cantarolou algo imperceptível e voltou a agarrar o microfone, soltando vários e largos suspiros que se faziam ouvir através do aparelho.

 

- Podemos começar? – Ele inquiriu, olhando para os amigos sob o ombro.

 

- Estamos à tua espera.

 

Ele riu, virando-se para a frente. Esboçou um sorriso apagado e apertou o microfone com força, assim que ouviu o primeiro som a ser propagado pela garagem.

Abriu a boca e fechou os olhos lentamente, como se tivesse a fechar o seu coração, que apenas seria reaberto, para a rapariga que ele tanto ansiava. Bill batucou com o pé direito no chão, ao ritmo da música e abriu a boca, decidido a mostrar o quanto valia.

 

Meine Augen schaun´ mich müde an und finden keinen Trost

Ich kann nicht mich nich´ mehr mit ansehn´ -bin ichlos

Alles was hier mal war, kann ich nich´ mehr in mir finden

Alles Weg- wie im Wahn

Ich seh mich immer mehr verschwinden

Ich bin nich´ ich, wenn du nich´ bei mir bist - bin ich allein

Und das was jetzt noch von mir übrig ist- will ich nich´ sein

Draußen hängt der Himmel schief

Und an der Wand hängt dein Abschiedsbrief

Ich bin nich´ ich, wenn du nich´ bei mir bist- bin ich allein

Ich weiß nich´ mehr, wer ich bin- und was noch wichtig ist

Das ist alles irgendwo, wo du bist

Ohne dich durch die Nacht- ich kann nichts mehr in mir finden

Was hast du mit mir gemacht

Ich seh mich immer mehr verschwinden

Ich bin nich´ ich, wenn du nich´ bei mir bist - bin ich allein

Und das was jetzt noch von mir übrig ist- will ich nich´ sein

Draußen hängt der Himmel schief

Und an der Wand hängt dein Abschiedsbrief

Ich bin nich´ ich, wenn du nich´ bei mir bist- bin ich allein

Ich lös mich langsam auf- halt mich nich´ mehr aus

Ich krieg dich einfach nich´ mehr aus mir raus

Egal wo du bist- komm und rette mich

Ich bin nich  ich...

 

E a sua voz desapareceu como um murmúrio. O mais alto baixou a cabeça, fechando a mão em punho.

 

- Eu… adorei a música. – Kimberly continuava perplexa a ouvir a melodia soar nos seus ouvidos. Conseguia ter certa energia e demonstrar ao mesmo tempo o quanto ele gostava da namorada. – Está fantástica, Bill! – Congratulou.

 

- Tu também não cantas mal. – Esboçou um pequeno sorriso, olhando-a enquanto dava um golo da sua garrafa de água.

 

Kim corou violentamente; aquilo significava que eles a tinham ouvido cantar na outra música. Olhou desesperadamente o rapaz de tranças pretas, que se encontrava pouco afastado do irmão, procurando ajuda, mas ele apenas encolheu os ombros e exibiu um sorriso encorajador. Obrigadinha Tom, pensou ironicamente para consigo.

Olhou os restantes membros da banda e a sua amiga que a olhavam com interesse, esperando que ela dissesse alguma coisa.

Kimberly abriu e fechou a boca, como se fosse um peixe fora de água, mas nada conseguiu dizer.

Ao ver o embaraço da rapariga Tom suspirou e abanou a cabeça, achando aquele receio todo um absurdo. Aproximou-se e rodeou a cintura da morena com um braço, puxando-a contra si e fazendo-a – inacreditavelmente - sentir-se protegida.

 

- E que tal irmos almoçar? – A voz do guitarrista rompeu o silêncio perturbador que se tinha instalado.

 

Kim balançou a cabeça, fazendo os seus cabelos cor de chocolate embaterem no rosto do de tranças. Virou o rosto, vendo a expressão triunfante espelhada na cara de Tom. Parecia bastante animado.

Só depois, quando o calor corporal do mais alto passou para a sua silhueta, as suas bochechas arderam de vergonha, ganhando uma tonalidade escarlate. Porque haveria ele de estar a agarrá-la daquele modo?

 

- Onde querem ir? – Georg inquiriu olhando para todos.

 

- Eu, amh… - Kimberly escapuliu dos braços musculados de Tom e aproximou-se de Mia – Onde vocês quiserem.

 

- Eu tenho mesmo muita fome! – O gémeo mais velho esfregou as mãos, formando um sorriso malicioso nos lábios.

 

- Era para admirar se não tivesses. – Resmungou Gustav entre dentes.

 

- Oh, cala-te. – Atirou risonho, empurrando o amigo assim que passou por ele para sair da garagem, sendo seguido por os restantes.

 

Acabaram por sair todos da garagem, que rapidamente foi trancada por Georg, e seguiram pela rua sem um destino pré-definido.

Kim ia de mãos nos bolsos do seu casaco, caminhando calmamente no meio de Bill e Gustav – que iam igualmente de mãos ocultadas, mas estas estavam nos bolsos das calças de cada um – que pareciam ser os mais calminhos, pois mais à frente Tom e Georg gozavam um com o outro e Mia apoiava o de cabelos castanhos contra o de tranças, o que fazia este último ficar emburrado e os outros rirem-se às gargalhadas.

Decidiram então parar e almoçar num café/restaurante poucos metros afastado de um pequeno rio em que as suas margens eram ligadas por uma ponte de pedra.

Foram velozmente atendidos por uma empregada que durante o tempo todo não tirou os olhos de cima de Tom, o que fez com que Kimberly ficasse anormalmente e misteriosamente incomodada e com uma pontinha de raiva.

Afinal de contas era simplesmente um amigo. Não deveria reagir de uma forma tão defensiva.

 

- Estás toda corada, Kim. Ficas tão adorável! – Georg passou-lhe o indicador pelo nariz e beijou a sua bochecha fria.

 

Ela encolheu os ombros e sorriu-lhe, mirando Tom de soslaio, que, forçou um sorriso e voltou a prestar atenção à empregada.

 

- Estão ao pé dela, Ge. É normal a Kim ficar corada.

 

A de cabelos castanhos tossicou e encolheu-se no banco, quase deslizando por ele.

Rapidamente as refeições quentes foram servidas. Os rapazes atacaram a comida como se não fossem alimentados há dias. Mia e Kim entreolharam-se e riram, iniciando o almoço, entre conversas animadas.

 

- Então, Bill… - Principiou Mia – Tens falado com a Alison?

O de crista olhou-a, meio constrangido e franziu a testa.

 

- Tentei ligar-lhe ontem, não atendeu. – Disse sem ânimo algum. – A última vez que falei com ela foi há uma semana.

 

- Deves sentir saudades dela. – Kim comentou num sopro.

 

- Imensas. – Esboçou um sorriso amarelo. – É difícil para mim tê-la longe.

 

- Por isso é que eu não tenho namorada. – Gustav riu.

 

- Mas gostavas de ter.

 

O loiro fulminou o de tranças com o olhar.

 

- E eu sei quem gostavas de ter para namorada. – Continuou balançando o piercing em sinal de gozo.

Oiço: Noise - Tokio Hotel

By мєℓαηιє кαυℓιтz às 21:09
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De joaninha a 9 de Setembro de 2010 às 15:41
está bue fixe, continuem... mas de preferencia, escrevam mais vezes...


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